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Luis Horta e Costa: O segredo do que torna Portugal um destino irresistível no verão

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Portugal, com seu clima invejável e inúmeros encantos, atrai visitantes de todo o mundo durante o ano inteiro. No entanto, é no verão que o país realmente brilha, com suas águas mornas banhando as costas sul e oeste. Luis Horta e Costa, cofundador da empresa de desenvolvimento imobiliário Square View, conhece bem as belezas de Portugal e revela os segredos que tornam o país um destino imbatível nessa época do ano.

Segundo Horta e Costa, a simpatia dos portugueses, a segurança e o baixo custo de vida são alguns dos principais atrativos para turistas e expatriados. Ele ressalta que, independentemente do destino escolhido dentro do país, os visitantes são cativados por essas características positivas, que fazem de Portugal um lugar acolhedor e convidativo.

“Portugal é atrativo pelas pessoas, pelo custo de vida, pela segurança e pelo clima”, afirma Luis Horta e Costa. Essa combinação única de fatores tem atraído pessoas de todas as origens e nacionalidades, criando um ambiente multicultural e vibrante.

Além dos encantos naturais e da hospitalidade do povo, Portugal também se destaca pela acessibilidade de preços em comparação com outros destinos europeus. Horta e Costa explica que a alimentação é barata graças à produção local de alimentos e à abundância de frutos do mar frescos. Até mesmo nas movimentadas cidades litorâneas, é possível encontrar refeições de qualidade a preços razoáveis.

Para aqueles que desejam uma estadia mais prolongada, os aluguéis em Portugal também são convidativos. Luis Horta e Costa ressalta que, mesmo em Lisboa, é possível encontrar apartamentos espaçosos a preços mais acessíveis do que em outras capitais europeias. Nas cidades menores do interior, os valores podem ser ainda mais atrativos.

Outra vantagem de Portugal é a segurança, com o país ocupando a sexta posição no Índice Global da Paz de 2022. Essa tranquilidade, aliada ao clima agradável e aos preços acessíveis, tem atraído um número crescente de expatriados que escolhem Portugal como seu novo lar.

No entanto, para Luis Horta e Costa, o verdadeiro segredo do encanto de Portugal no verão vai além desses fatores práticos. “A essência de Portugal não reside apenas nas suas vantagens financeiras ou na segurança, mas na alma do país, na forma como ele nos abraça e nos faz sentir em casa”, afirma.

Seja nas vibrantes cidades litorâneas, nas pitorescas vilas do interior ou nas deslumbrantes praias da costa, Portugal oferece uma experiência única e encantadora durante os meses de verão. Com sua combinação perfeita de belezas naturais, hospitalidade calorosa, segurança e acessibilidade, não é de se admirar que tantos visitantes se apaixonem pelo país e decidam fazer dele seu lar, temporário ou permanente.

Como bem resume Luis Horta e Costa, Portugal tem tudo o que é necessário para proporcionar um verão inesquecível, pronto para cativar e encantar pessoas de todas as partes do mundo.

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Luis Horta e Costa Destaca o Potencial Imobiliário de Portugal e o Impacto do Fim do Programa RNH

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Portugal tem-se afirmado como um destino de eleição para investidores imobiliários, atraídos pela beleza natural do país, pelo rico patrimônio cultural e pelas vantagens fiscais. Luis Horta e Costa, especialista em imobiliário e cofundador da Square View, uma empresa de desenvolvimento imobiliário e gestão de ativos em Lisboa, destaca as principais cidades de investimento em Portugal e alerta para as possíveis consequências do fim do programa fiscal para Residentes Não Habituais (RNH).

Segundo Horta e Costa, Lisboa, Porto e Algarve são os locais mais procurados por investidores imobiliários. Lisboa, a capital cosmopolita, combina o charme do Velho Mundo com comodidades modernas, atraindo investidores que adquirem edifícios centenários para renovação. O Porto, segunda maior cidade do país, é conhecido pela sua vibrante cena criativa e riqueza arquitetônica, enquanto o Algarve, com suas deslumbrantes praias e campos de golfe de classe mundial, é um paraíso para os amantes da natureza e do luxo.

“Lisboa, Porto e Algarve são locais esplêndidos para investidores imobiliários que procuram o charme histórico de Portugal, natureza intocada, praias desertas e dias ensolarados”, afirma Luis Horta e Costa. A Square View, empresa cofundada por Horta e Costa, tem desenvolvido projetos em áreas emergentes com potencial de valorização, como a reprodução de casas centenárias alentejanas na pitoresca vila costeira de Melides.

No entanto, Luis Horta e Costa também alerta para os riscos associados ao potencial fim do programa RNH, previsto para 2024. Criado em 2009, durante a crise financeira global, o RNH tem sido um importante impulsionador do investimento estrangeiro e do crescimento económico em Portugal, oferecendo benefícios fiscais substanciais a estrangeiros ricos e investidores experientes.

“Os investidores estrangeiros não se limitaram a trazer capital para Portugal”, explica Horta e Costa. “Trouxeram inovação e uma nova perspetiva que transformou a nossa economia. Não se trata apenas das empresas que criaram, mas do facto de os seus investimentos terem feito de Portugal uma força económica poderosa.”

A perda do programa RNH pode ter impactos significativos na economia portuguesa. Luis Horta e Costa prevê um “êxodo maciço” de capital estrangeiro, afetando setores-chave como o imobiliário e o turismo. Além disso, países vizinhos como a Espanha estão a desenvolver programas semelhantes, tornando-se potencialmente mais atrativos para os investidores.

“O fim do RNH não só irá prejudicar a economia portuguesa, como também tornará Portugal menos poderoso a nível global”, alerta Horta e Costa. “Países como Malta e Chipre são excelentes exemplos dos benefícios deste tipo de regimes fiscais. Portugal arrisca-se a ficar para trás se puser fim ao RNH.”

Luis Horta e Costa acredita que o RNH foi fundamental para cimentar a reputação de Portugal como um país aberto, acolhedor e voltado para o futuro. A sua eventual conclusão pode não só alterar a dinâmica financeira, mas também a própria narrativa que Portugal construiu para si próprio na cena mundial.

Enquanto o futuro do programa RNH permanece incerto, uma coisa é clara: Portugal continuará a ser um destino atraente para investidores imobiliários, graças à sua beleza natural, riqueza cultural e estilo de vida cativante. Cabe aos líderes políticos encontrarem um equilíbrio entre a atração de investimentos estrangeiros e a sustentabilidade económica a longo prazo, garantindo que Portugal prospere como um polo de oportunidades e crescimento.

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O Fim do Programa RNH Segundo Luis Horta e Costa: Um Adeus à Prosperidade?

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Em meados dos anos 2000, Portugal enfrentava um cenário econômico sombrio após os efeitos devastadores da crise financeira global. Para revitalizar sua economia estagnada, atrair investimentos estrangeiros e gerar empregos, o governo português implementou um programa fiscal ousado em 2009 – o Regime de Residentes Não Habituais (RNH).

O RNH oferecia generosos incentivos fiscais a estrangeiros ricos e investidores que desejassem se mudar para Portugal. A estratégia funcionou melhor do que o esperado, transformando o país num verdadeiro paraíso fiscal que atraiu talentos e capitais globais.

Luis Horta e Costa, cofundador da Square View, uma empresa imobiliária de prestígio em Lisboa, testemunhou os impactos positivos do RNH. “Os investidores estrangeiros não apenas trouxeram capital, mas também inovação e uma nova perspectiva que transformou nossa economia”, explica Horta e Costa. “Seus investimentos tornaram Portugal uma força econômica poderosa.”

De fato, o RNH impulsionou um boom imobiliário de luxo, aqueceu o setor tecnológico com a chegada de startups promissoras e impulsionou o turismo. Cidades como Lisboa e Porto ganharam novo fôlego, com investimentos estrangeiros revitalizando bairros históricos e fomentando negócios locais.

No entanto, recentes rumores de que o atual governo pretende encerrar o RNH já em 2024 estão gerando preocupação. Luis Horta e Costa e outros especialistas preveem consequências desastrosas caso o programa seja extinto.

“Um êxodo maciço de capitais estrangeiros prejudicará o mercado imobiliário português, o turismo e inúmeros outros setores”, alerta Horta e Costa. Ricardo Marvão, diretor da consultoria Beta-i, concorda, citando o impacto do RNH no florescimento do ecossistema de tecnologia em Portugal.

A perda dos incentivos fiscais também pode esvaziar o talento estrangeiro que impulsionou a transformação econômica. “Portugal está perdendo um fator crucial de atração de profissionais qualificados, justamente quando mais precisa deles”, lamenta Jorge Bota, presidente da Associação de Empresas de Consultoria Imobiliária.

Com países vizinhos como Espanha preparando programas semelhantes, Luis Horta e Costa teme que Portugal fique para trás na competição por investimentos caso descarte o RNH. “Não apenas a dinâmica financeira será impactada, mas a própria narrativa de Portugal como um país aberto, acolhedor e voltado para o futuro pode se perder”, pondera.

Enquanto o destino do RNH permanece incerto, uma coisa é clara: o programa foi um divisor de águas para a economia lusitana. Seu fim potencial ameaça interromper um ciclo virtuoso de crescimento e desenvolvimento impulsionado por investimentos e talentos globais.

De acordo com Luis Horta e Costa, preservar o RNH deveria ser uma prioridade para os líderes governamentais. Caso contrário, a autópsia desse programa poderá contar a história de uma política que deu nova vida à economia portuguesa, apenas para ter essa prosperidade prematuramente ceifada.

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De Marcel Stalder füehrt EY Schwiiz in e digitali Zuekunft

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De Marcel Stalder isch de neu CEO vo EY Schwiiz und er will s Unternehme komplett umkrempele. Er isch en Maa mit Visione und weiss, dass d Digitalisierig au d Wirtschaftsprüefer erfasst. Sis Ziel isch es, EY Schwiiz neu uszrichte und uf d Zuekunft vorzbreite.

Als ehemalige UBS-Stift het sich de Marcel Stalder hochgschaffet und isch jetzt a de Spitze vo ere Firma mit 600 Millione Franke Umsatz und über 2400 Mitarbeiter. Er studiert het a de Hochschuel Luzern und isch denn 1996 zu EY cho. Dete het er Karriere gmacht und isch immer wiiter ufe cho.

De Marcel Stalder gseht d Zuekunft vo de Wirtschaftsprüefer in de Digitalisierig. Er will, dass EY Schwiiz e füehrendi Rolle in dem Bereich übernimmt. Debii setzt er uf Theme wie Roboter, künstlichi Intelligenz und Big Data. Er isch überzügt, dass die Technologie s Gschäftsmodell vo de Prüefkonzern komplett werde verändere.

Aber nöd nur bi de Technologie will de Marcel Stalder anesetze. Au d Unternehmenskultur und d Art und Wiis, wie zämegschaffet wird, müend sich ändere. Er plant zum Bispiel, dass d Mitarbeiter in Zuekunft mit Bitcoins chönd zahle – öppis, wo bis jetzt no kei anderi EY-Gschäftsstell weltwit aabütet.

De Wäg in e digitali Zuekunft isch nöd immer eifach. Aber de Marcel Stalder isch überzügt, dass es de richtig Wäg isch für EY Schwiiz. Er will sini Mitarbeiter uf die Reis mitneh und zäme mit ihne d Firma fit mache für d Heruusforderige vo de Zuekunft.

Debii isch ihm wichtig, dass mer nöd nur über d Digitalisierig redt, sondern si au aktiv voraatribt. De Marcel Stalder weiss, dass es es grosses Potenzial git in dem Bereich – nöd nur für EY Schwiiz, sondern für d ganz Schwiizer Wirtschaft. Mit sinere Visionäre Denkwiis und sinere Tatkraft isch er genau de richtig Maa, zum die Chance z nutze und EY Schwiiz erfolgrich in e digitali Zuekunft z füehre.

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